sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Novos alunos,Inscrições Conservátorio de Tatuí

Conservatório de Tatuí inscreve novos alunos de 26 a 31 de janeiroO Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí receberá, entre os dias 26 e 31 de janeiro, inscrições de interessados em estudar em uma das mais respeitadas escolas de música do país. As inscrições são gratuitas e as vagas estão distribuídas em mais de 40 cursos.As inscrições poderão ser realizadas por qualquer interessado que tenha a idade mínima necessária, nas datas específicas de cada curso. Somente serão aceitas inscrições nas datas específicas de cada curso. “Assim, garantiremos melhores organização e atendimento aos interessados”, disse o assessor pedagógico Antonio Ribeiro. “Com o mesmo objetivo, também passaremos a atender a todos os interessados das 8h às 18h, sem pausa no horário do almoço”, acrescentou.De acordo com a secretaria da escola, para os candidatos sem nenhum conhecimento musical haverá uma entrevista e, para os que já tiverem alguma experiência, será realizado teste de avaliação. No caso dos cursos que exigem conhecimento musical obrigatório, todos os candidatos realizarão teste prático e/ou teórico. Os dias específicos dos testes ou entrevistas, assim como detalhes e critérios, serão fornecidos no ato da inscrição.Os interessados deverão inscrever-se na secretaria do Conservatório de Tatuí, na Rua São Bento, 415, das 8h às 18h. É necessário apresentar certidão de nascimento e comprovante de endereço (no caso de menores de idade), e RG e comprovante de endereço (para maiores de 18 anos). Cada interessado poderá inscrever-se em apenas um curso.Na SEGUNDA-FEIRA, dia 26, serão aceitas inscrições de interessados em estudar em cursos eruditos da área de cordas: violino, viola, violoncelo, contrabaixo, harpa e violão.Na TERÇA-FEIRA, dia 27, serão recebidas inscrições dos cursos da área de sopros, das famílias de metais e madeiras: flauta, oboé, clarinete, saxofone, fagote, trompa, trompete, trombone, bombardino e tuba.Na QUARTA-FEIRA, dia 28, é a vez dos interessados nos cursos de MPB e Jazz, sendo eles: bandolim, violão, cavaquinho, guitarra, baixo (elétrico e acústico), bateria e percussão popular.Na QUINTA-FEIRA, dia 29, o Conservatório de Tatuí também recebe inscrições para a área de MPB e Jazz, especificamente para os cursos de flauta, saxofone, trompete, trombone, canto popular e piano popular.Na SEXTA-FEIRA, dia 30, podem se inscrever interessados em cursar luteria, artes cênicas, regência, canto lírico, percussão sinfônica, piano erudito e ainda flauta doce, cravo e pianoforte (da área de música antiga).No SÁBADO, dia 31, serão recebidas inscrições de musicografia Braille, educação musical e iniciação musical.Detalhes como repertório para provas práticas, relação de documentos necessários e idade mínima para cada curso serão divulgados ainda nesta semana. “Optamos em divulgar o calendário para que os interessados possam se programar, haja vista que haverá datas específicas para as inscrições, conforme o curso”, acrescentou Ribeiro.Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (15) 3251-4573.

Mais Informações de que peças tocar específicamente por curso e os critérios de seleção:

http://www.conservatoriodetatui.org.br/encontros.php?id=42

Á quem for fazer,Boa Sorte,vai precisar bastante(não é pra desanimar ninguém,juro,UHSahsuauhAUHuAHu).

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Chat da Rádio Trindade Santa


Tanto a rádio como o chat são um benção,só pessoas da paz,adorei se vc ainda não sintonizou não sabe o que está perdendo...Vale a pena conferir!!!
http://www.riograndecatolico.com.br/radio/

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

CARTA ENCÍCLICA:FIDES ET RATIO

Um pequeno trecho da carta maravilhosa do Papa JOÃO PAULO II AOS BISPOS DA IGREJA CATÓLICA SOBRE AS RELAÇÕES ENTRE FÉ E RAZÃO.

CAPÍTULO VI
INTERACÇÃO DA TEOLOGIA COM A FILOSOFIA

1. A ciência da fé e as exigências da razão filosófica

64. A palavra de Deus destina-se a todo o homem, de qualquer época e lugar da terra; e o homem, por natureza, é filósofo. Por sua vez, a teologia, enquanto elaboração reflexiva e científica da compreensão da palavra divina à luz da fé, não pode deixar de recorrer às filosofias que vão surgindo ao longo da história, tanto para algumas das suas formas de proceder como para realizar funções mais específicas. Sem pretender indicar aos teólogos metodologias particulares — porque tal não compete ao Magistério —, desejo, porém, lembrar algumas funções próprias da teologia, onde, por causa da própria natureza da Palavra revelada, se exige o recurso ao pensamento filosófico.
65. A teologia está organizada, enquanto ciência da fé, à luz dum duplo princípio metodológico: auditus fidei e intellectus fidei. Com o primeiro, recolhe os conteúdos da Revelação tal como se foram explicitando progressivamente na Sagrada Tradição, na Sagrada Escritura e no Magistério vivo da Igreja. (88) Pelo segundo, a teologia quer responder às exigências próprias do pensamento, através da reflexão especulativa.
Quanto à preparação para um correcto auditus fidei, a filosofia proporciona à teologia a sua ajuda peculiar, quando examina a estrutura do conhecimento e da comunicação pessoal, e sobretudo as várias formas e funções da linguagem. Igualmente importante é a contribuição da filosofia para uma compreensão mais coerente da Tradição eclesial, das intervenções do Magistério e das sentenças dos grandes mestres da teologia: estes, de facto, exprimem-se frequentemente por conceitos e formas de pensamento conotados com determinada tradição filosófica. Neste caso, pede-se ao teólogo não só que exponha conceitos e termos através dos quais a Igreja possa reflectir e elaborar a sua doutrina, mas que conheça profundamente também os sistemas filosóficos que tenham, porventura, influenciado as noções e a terminologia, a fim de se chegar a interpretações correctas e coerentes.
66. Relativamente ao intellectus fidei, importa considerar, antes de mais, que a Verdade divina, « que nos é proposta nas Sagradas Escrituras, interpretadas correctamente pela doutrina da Igreja », (89) goza de uma inteligibilidade própria, logicamente tão coerente que se deve propor como um autêntico saber. O intellectus fidei explicita esta verdade, não só quando investiga as estruturas lógicas e conceptuais das proposições em que se articula a doutrina da Igreja, mas também e sobretudo quando põe em realce o significado salvífico de tais proposições para o indivíduo e para a humanidade. É pelo conjunto destas proposições que o crente chega a conhecer a história da salvação, que culmina na pessoa de Jesus Cristo e no seu mistério pascal; ele participa deste mistério, com a sua adesão de fé.
A teologia dogmática deve ser capaz de articular o sentido universal do mistério de Deus, Uno e Trino, e da economia da salvação, quer de modo narrativo, quer sobretudo de forma argumentativa. Por outras palavras, deve fazê-lo mediante expressões conceptuais, formuladas de modo crítico e universalmente acessível. De facto, sem o contributo da filosofia não seria possível ilustrar certos conteúdos teológicos como, por exemplo, a linguagem sobre Deus, as relações pessoais no seio da Santíssima Trindade, a acção criadora de Deus no mundo, a relação entre Deus e o homem, a identidade de Cristo que é verdadeiro Deus e verdadeiro homem. E o mesmo se diga de diversos temas da teologia moral, onde é preciso recorrer, de imediato, a conceitos como lei moral, consciência, liberdade, responsabilidade pessoal, culpa, etc., cuja definição provém da ética filosófica.
Por isso, é necessário que a razão do crente tenha um conhecimento natural, verdadeiro e coerente das coisas criadas, do mundo e do homem, que são também objecto da revelação divina; mais ainda, ela deve ser capaz de articular este conhecimento de maneira conceptual e argumentativa. Assim, a teologia dogmática especulativa pressupõe e implica uma filosofia do homem, do mundo e, mais radicalmente, do próprio ser, fundada sobre a verdade objectiva.
67. A teologia fundamental, pelo seu próprio carácter de disciplina que tem por função dar razão da fé (cf. 1 Ped 3, 15), deverá procurar justificar e explicitar a relação entre a fé e a reflexão filosófica. Já o Concílio Vaticano I, reafirmando o ensinamento paulino (cf. Rom 1, 19-20), chamara a atenção para o facto de existirem verdades que se podem conhecer de modo natural e, consequentemente, filosófico. O seu conhecimento constitui um pressuposto necessário para acolher a revelação de Deus. Quando a teologia fundamental estuda a Revelação e a sua credibilidade com o relativo acto de fé, deverá mostrar como emergem, à luz do conhecimento pela fé, algumas verdades que a razão, autonomamente, já encontra ao longo do seu caminho de pesquisa. A essas verdades, a Revelação confere-lhes plenitude de sentido, orientando-as para a riqueza do mistério revelado, onde encontram o seu fim último. Basta pensar, por exemplo, ao conhecimento natural de Deus, à possibilidade de distinguir a revelação divina de outros fenómenos, ou ao conhecimento da sua credibilidade, à capacidade que tem a linguagem humana de falar, de modo significativo e verdadeiro, mesmo do que ultrapassa a experiência humana. Por todas estas verdades, a mente é levada a reconhecer a existência duma via realmente propedêutica à fé, que pode desembocar no acolhimento da Revelação, sem faltar minimamente aos seus próprios princípios e autonomia. (90)
Da mesma forma, a teologia fundamental deverá manifestar a compatibilidade intrínseca entre a fé e a sua exigência essencial de se explicitar através de uma razão capaz de dar com plena liberdade o seu consentimento. Assim, a fé saberá « mostrar plenamente o caminho a uma razão em busca sincera da verdade. Deste modo a fé, dom de Deus, apesar de não se basear na razão, decerto não pode existir sem ela; ao mesmo tempo, surge a necessidade de que a razão se fortifique na fé, para descobrir os horizontes aos quais, sozinha, não poderia chegar ». (91)
68. A teologia moral tem, possivelmente, uma necessidade ainda maior do contributo filosófico. Na Nova Aliança, a vida humana está efectivamente muito menos regulada por prescrições do que na Antiga. A vida no Espírito conduz os crentes a uma liberdade e responsabilidade que ultrapassam a própria Lei. No entanto, o Evangelho e os escritos apostólicos não deixam de propor ora princípios gerais de conduta cristã, ora ensinamentos e preceitos específicos; para aplicá-los às circunstâncias concretas da vida individual e social, o cristão tem necessidade de valer-se plenamente da sua consciência e da força do seu raciocínio. Por outras palavras, a teologia moral deve recorrer a uma visão filosófica correcta tanto da natureza humana e da sociedade, como dos princípios gerais duma decisão ética.
Vale a pena ler a carta inteira

domingo, 11 de janeiro de 2009

O Racismo,conceito que fere...


- Escuta aqui, ó criolo...

- O que foi?

- Você andou dizendo por aí que no Brasil existe racismo.

- E não existe?

- Isso é negrice sua. E eu que sempre te considerei um negro de alma branca... É, não adianta. Negro quando não faz na entrada...

- Mas aqui existe racismo.

- Existe nada. Vocês têm toda a liberdade, têm tudo o que gostam. Têm carnaval, têm futebol, têm melancia... E emprego é o que não falta. Lá em casa, por exemplo, estão precisando de empregada. Pra ser lixeiro, pra abrir buraco, ninguém se habilita.

Agora, pra uma cachacinha e um baile estão sempre prontos. Raça de safados! E ainda se queixam!

- Eu insisto, aqui tem racismo.

- Então prova, Beiçola. Prova. Eu alguma vez te virei a cara? Naquela vez que te encontrei conversando com a minha irmã, não te pedi com toda a educação que não aparecesse mais na nossa rua? Hein, tição? Quem apanhou de toda a família foi a minha irmã. Vais dizer que nós temos preconceito contra branco?

- Não, mas...

- Eu expliquei lá em casa que você não fez por mal, que não tinha confundido a menina com alguma empregadoza de cabelo ruim, não, que foi só um engano porque negro é burro mesmo. Fui teu amigão. Isso é racismo?

- Eu sei, mas...

- Onde é que está o racismo, então? Fala, Macaco.

- É que outro dia eu quis entrar de sócio num clube e não me deixaram.

- Bom, mas pera um pouquinho. Aí também já é demais. Vocês não têm clubes de vocês? Vão querer entrar nos nossos também? Pera um pouquinho.

- Mas isso é racismo.

- Racismo coisa nenhuma! Racismo é quando a gente faz diferença entre as pessoas por causa da cor da pele, como nos Estados Unidos. É uma coisa completamente diferente. Nós estamos falando do crioléu começar a freqüentar clube de branco, assim sem mais nem menos. Nadar na mesma piscina e tudo.

- Sim, mas...

- Não senhor. Eu, por acaso, quero entrar nos clubes de vocês? Deus me livre.

- Pois é, mas...

- Não, tem paciência. Eu não faço diferença entre negro e branco, pra mim é tudo igual. Agora, eles lá e eu aqui. Quer dizer, há um limite.

- Pois então. O ...

- Você precisa aprender qual é o seu lugar, só isso.

- Mas...

- E digo mais. É por isso que não existe racismo no Brasil. Porque aqui o negro conhece o lugar dele.

- É, mas...

- E enquanto o negro conhecer o lugar dele, nunca vai haver racismo no Brasil. Está entendendo? Nunca. Aqui existe o diálogo.

- Sim, mas...

- E agora chega, você está ficando impertinente. Bate um samba aí que é isso que tu faz bem.


Crônica de Luis Fernando Verissimo "Racismo".



Uma pessoa pode ser mais digna do que a outra por sua raça,status ou cor?

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

As melhores fotos de amigos!Part.1

Sereio????


Pra que melhor presente do que mostrar o que realmente se é?HASuHAushUASHuHAS



D.D.D-Doidim de Deus

Essa é a prova q o Rodrigo tem bunda,ele nega,mas eu tirei para provar!!!




Hermano peruano,Paul...En la noche del Perú,AHSUahsuAHsuAHSuh



Sobre o blog...

Minha foto
Criei esse blog para compartilhar coisas que me chamam atenção,mas meu objetivo principal é manter contato com amigos e reviver lembranças inesquecíveis...